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Rio de Janeiro
Informações e Central de Reservas
Cel: (+55 21) 9339 0960
Tele/fax:(+55 21) 2282 5341
Cel: (+55 21) 9318 2567
Nextel:(+55 21) 7832 4072
(Id): 8*52215
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MERGULHO
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Dispomos
de escola/operadora de mergulho autônomo
nas seguintes modalidades: Batizados, curso
básico, curso avançado e saída
para mergulho.
Contamos com instrutores experientes e através
de atividades direcionadas, atingimos pessoas
de todas as faixas etárias. Ministramos
aulas teóricas com metodologia própria
para cada idade e orientação do
ecossistema submarino da região por biólogo
marinho.
Não é preciso ser um atleta para
mergulhar.
Fumante pode mergulhar.
Não é necessário saber
nadar.
Todas as pessoas que mergulham adquirem maior
capacidade de autocontrole.
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FOTOS
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PESCARIAS
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Modalidades
de Pesca:
Pesca com iscas artificiais:
Pode ser realizada no método bait casting,
ou seja, o barco de apoio se mantém distâncias
entre 30 e 50 metros dos costões das
lajes e ilhas ( são 365 ilhas neste trecho
de pesca ), enquanto o pescador exerce e recolhe
seu próprio arremesso utilizando-se de
iscas artificiais.
Podem ser pescados robalos, ubaranas, pescadas
amarelas, xereletes, anchovas, sororocas, guaiviras,
galos, badejos, entre outros peixes esportivos.
Cada peixe irá exigir uma variedade de
iscas mais adequada para a região.
Pesca com iscas artificiais de trolling:
Não tão esportiva quanto à
citada acima, esta modalidade consiste em arrastar-se
linha munida de isca artificial na ponta enquanto
o barco de apoio se desloca a baixa velocidade
por cima de parcéis, ou em torno de lajes,
ilhas e costões. É um pouco desconfortável
para ser praticada por barco pequeno em função
de se Ter aproveitamento de, no mínimo,
três linhas por embarcação
simultaneamente. De qualquer jeito, trata-se
de uma opção nos locais de percurso,
sobretudo para sororocas, xereletes, ubaranas,
entre outros peixes.
Pesca de fundo em locais de areia e lodo:
É praticada com o auxílio de chumbos,
variando de peso conforme a profundidade do
local de pesca e a correnteza oriunda das marés
da ocasião. Usa-se de dois a três
anzóis com iscas de camarão morto
e sardinha, em geral. Descem a procura de corvinas,
beteras, arraias, bagres, carapebas, pampos,
cocorocas, etc.. Nestes casos, a isca artificial
não é muito produtiva.
Pesca de fundo em locais de pedras e parcéis
submersos:
É praticada da mesma maneira citada no
item acima com algumas modificações
no aspecto chumbo por se tratar de pesca em
cima de pedras. Pesca-se em busca de badejo,
robalo, garoupa, cherne, pargo, maringá,
sargo, etc. A isca artificial de fundo pode
ser usada nestas condições com
bom aproveitamento.
Pesca na meia água:
É a pesca realizada nos mesmos locais
acima e próximo das bóias de demarcação
de canais, que proliferam na região.
Com esta técnica, podem ser pescados
espadas, olhetes, bijupirás. Dourados,
xereletes, xaréus, guaiviras, anchovas,
etc... Pode-se pescar com bóias, iscas
naturais colocadas na média profundidade
ou iscas artificiais também.
Pesca dos grandes peixes:
Quando tocamos no assunto, queremos sugerir
que pode-se insistir em um dia inteiro de pesca
na tentativa de ferrar-se exemplares de porte
como bijupirás, olhetes, anchovas, garoupas,
chernes, apesar do risco natural de não
se Ter sucesso. São peixes que atingem
pesos variando entre 05 e 50 quilos, como no
caso do Bijupirá e do Cherne mas que,
em geral, são incidentes em determinadas
épocas do ano e em pequeno número,
sobretudo no que concerne seu grande porte.
Pesca com sardinhas vivas:
A pesca com sardinhas vivas fica restrita à
época do ano em que os cardumes atuam
na região o que nos facilita, durante
a própria pescaria, capturá-las
para uso imediato em pesqueiros de lajes e pedras,
sempre em busca dos peixes predadores com anchovas,
robalos e badejos, por exemplo.
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